Terça-feira, Maio 20, 2008

Percurso


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Sexta-feira, Setembro 29, 2006

Village People III











Terça-feira, Setembro 26, 2006

Ja-kar-estamos de partida


Longe da praia e de volta ao caos citadino de Jakarta, umas ultimas compras num shopfeira local onde por vinte euros se compram dois pares de calcas, e' pra menina e pro' menino.




Amanha, um dia dentro de um transporte pouco mais confortavel do que este

que nos leva para longe destas paisagens de regresso a inbicta carago!!!

E ainda ....

No Comments !!!




Minhame Minhame !!!!

Surfando os ultimos dias de ferias


Depois da cidade cultural de Ubud, partimos para Kuta, meca do Surf & Shop.
Subimos um pouco mais a fasquia no que toca a alojamento e instalamo-nos num pequeno albergue com tanque para molhar os pes.

Partilhamos o fim de semana com a Tia Tona e a Celeste (sua companheira de trabalho e viagens por terras Timorenses). Quando pensavamos estourar os ultimos milhoes de rupiah fomos impedidos pela generosidade da Tia Tona.

A ruralidade de Dili e os problemas mais recentes despertaram-lhes um apetite voraz pelas inumeras lojas e lojecas que enchem as ruas de Kuta e Ubud.
Eu (Tita) fui contractada como intermediaria e negociadora voltando a Ubud por mais uma tarde percorrendo mais uns quantos kilometros de lojas.

Eu (Pedro) partilhei menos as aventuras de regateio trocando-as pelo deslizar nas ondas com uma especie de tabua de passar a ferro. Ao fim de tres dias, vi a luz e tambem o equilibrio conseguindo finalmente apanhar uma onda do principio ao fim, Radical!!! dude!!! Cowabonga !!!.


Para uma visao em tempo real da brilhante prestacao press here please



Pelo meio, e depois das aulas do mano radical dei uma perninha no bodyboard com mais sucesso mas

que como podem ver me deixou todo roto...

A praia esta pejada de surfistas mas ha ondas com fartura fruto das varias oferendas que vao sendo colocadas junto ao mar, alias, desconfio que foi pela accao de uma nuvem de incenso que consegui dar o ar da minha graca nas ondas de Kuta.

Voltamos a encontrar o Kai, rapazote alemao que conhecemos em Gilli Meno. Ele tb estava mais virado para o surf pelo que dividimos umas ondas com a multidao local.

Foi uma companhia muito porreira e simpatica, apos os seus dez meses de ferias !!!!, ficou com o convite para passar uns tempos no Porto.

Ao estilo Luky Luke, com o por do sol partimos de Kuta, com grande pena e vontade de regressar as ondas, a comida, ao sol, as pessoas e a imensa tranquilidade que nao fazer nada provoca.

Sábado, Setembro 23, 2006

Village People II


Are you tolkin to mi? - Ubud - Bali


The little village people - Ubud - Bali


Eu tenho dois amores e um ganda corte - Ubud - Bali


Terra a vista - Ubud - Bali


Alguem tem uma aspirina - Ubud - Bali


Metal Guru - Sukawati - Bali


Tudo faine ? - Ubud - Bali


Hello Hello Mister Mister - Ferry entre Bali e Lombok


Paisagem de Embalar - Gilli Meno - Lombok


Tens um cao no cabelo ! - Ubud - Bali


A Cata - Ubud - Bali


Pescador de sardinha miuda - Gilli Meno - Lombok


Casorio - Gilli Meno - Lombok


Peixe na brasa - Gilli Meno - Lombok


Pink Girl - Gilli Meno - Lombok


Aves Raras - Vulcao Bromo - Java

Seccao de Classificados


Apanhados em flagrante delito por um jornal de grande tiragem local.

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Espelho meu , espelho meu, porque tens um rabo maior do que o meu ??



Para o saberes teras que lhe passar o rato pelo rabo....

Aos irmaos

A Direccao editorial vem por este meio informar que foram acrescentados os devidos irmaos ao post anterior. Pelo lapso, a direccao editorial apresenta as mais sinceras desculpas solicitando a vossa compreensao mas este sol, comida e paisagens deslumbrantes causam alguma distraccao.

Quinta-feira, Setembro 21, 2006

Spice up your life !!!

Como os olhos tambem comem aqui vao alguns exemplos dos explosivos paladares que por aqui nos tem feito as papilas saltar de alegria.
E de comer e suar demais.
Os jantares domigueiros nunca mais serao alvo de critica, tu sabes de quem e que estamos a falar!!!












As sobremesas e' que nao abundam e as panquecas comem-se principalmente ao pequeno almoco mas tambem ao jantar quando o chili foi demais.

O rei morreu, vamos todos para a festa com dragoes as costas!!!


Mais uma vez estamos no local certo a hora certa.
Felizmente para nos, menos para o defunto, podemos presenciar um dos actos das exequias de um chefe de freguesia local.



Antecedendo a fogueirinha (cremacao) ha que passear o morto nas ruas ate ao templo, toda a gente vestida a rigor acompanhada de banda filarmonica.


Por aqui o branco simboliza o luto mas como esta e apenas mais uma das etapas ate ao Nirvana todos estao sorridentes.

A cerimonia ao estilo procissao desfilou pela rua principal de Ubud com meninas a fazer de santas (ou o equivalente na colecao de icones sagrados hindu) e um grande dragao ondulante todos carregados nos costados de uma mao cheia de homens.




As bandas filarmonicas, denominadas por "Gamelan Orchestras" sao compostas por conjuntos de percursao que incluem xilofones, grandes e pequenos tambores de metal e tambem algumas flautas.





A entrada no templo exigia trajar a rigor pelo que nos ficamos pelas imediacoes da porta a espera do regresso da procissao a rua.

Amanha seguimos para Kuta...

Terça-feira, Setembro 19, 2006

Ola pais, maes, irmaos, avos, tios, amigos e animais estimacao

Com muita pena deixamos Lombok para tras e a visita a Timur Timur (Timor Leste) cancelada pela instabilidade reinante. Mas ja que la nao vamos nos e como por aqui abundam os seguidores de maome e tambem ha muitas montanhas, um bocadinho de Timor vem ate nos e assim vamos encontrar a tia Tona em Bali.
Estamos agora em Ubud, cidade "coltural" e cheia de coisas boas para encher a mochila. Mas o espaco nao e muito e temos que comprar uns quantos tijolos quando regressarmos. Dentro de momentos (2 ou 3 dias) seguiremos para Kuta, meca do turismo na indonesia e onde esgotaremos os ultimos cartuchos, junto a praia, com uma prancha de surf debaixo do braco para o estilo e nao so.
Obrigado a todos pelos comentarios jucosos, saudosos, duvidosos ou simplesmente saborosos.

Entretanto mais fotos se seguirao ...

Segunda-feira, Setembro 18, 2006

Gilli Meno



Saimos de Probolingo pela calada da noite e atravessamos o canal estreito que separa as ilhas de Java e Bali. Chegamos a Denpasar com o amanhecer e seguimos de seguida para Lombok, uma viagem de autocarro local ate Padangbay local de partida do ferry que percorreas cinco horas de mar que separa Bali e Lombok.
O gigantesco paralelo metalico transporta varios camioes e mercadorias entre PadangBay e Lembar, uma cidadezeca industrial sem grande interesse. Seguimos de “Bemo”, nome dado as pequenas furgonetas que transportam passageiros, para Sengigi, uma rua pejada de hoteis e restaurantes ao lado da praia. Os turistas nao abundam o que e bom para o espirito e para a negociacao. a praia no entanto nao e muito convidativa, por isso, em bom momento decidimos partir para as ilhas que se assomam a noroeste da costa de Lombok. Sao tres as ilhas de nome Gilli Air, Gilli Trawangan e Gelo Meno, escolhemos a ultima. Depois de algumas altercacoes com a mafia portuaria, rapidamente resolvidas com uns trocados, embarcamos num batel movido a motor fora de bordo. A estabilidade nao era muita mas as ilhas estavam ja ali, a nossa frente, nao muito longe da praia de embarque. Nao foi tranquila a viagem que se esperava curta, o motor avariou duas ou tres vezes e foi aberto e desmontado outras tantas. Enquanto decorriam as operacoes o horizonte balancava ao sabor de uma ondulacao ligeira. Terra firme finalmente !!!.
Fomos deixados na praia juntamente com algumas indicacoes pouco claras de como conseguir alojamento. A nossa frente arvores, duas lados areias brancas e atras agua turquesa onde se divertiam pequenas ondas de espuma branca.



Seguimos para direita seguindo as indicacoes do mapa existente no LonelyPlanet . Nao vimos ninguem, algumas habitacoes que por nos passaram estavam desertas e pareciam abandonadas fazendo-nos interrogar se seria esta a ilha correcta. Continuamos a caminhar com o sol a manifestar todo o seu poder. Finalmente ouvimos algo semelhante a vozes humanas proveniente de um casal de alemaes que ocupavam um dos tres bungalows junto a praia, o segunda tb tinha gente, Kai, outro alemao e nos ficamos com o terceiro. Ficava a cinco metros da praia e custava 4 euros a noite. Era mesmo isto !!!.



Assim iniciamos a estadia em Gilli Meno, uma ilha com 2 km de largura por 3 de comprimento, onde nao existem carros ou quaisquer outros veiculos motorizados. A maioria dos hoteis (meia duzia) ficavam no outro extremo da ilha pelo que os nossos bungalows gozavam de uma tranquilidade imensa apenas interrompida pelo ruido dos gekos ou aves que passam em busca de peixe.
Os dias sao passados entre o embalar do sono na rede com vista para o mar, a mergulhar nos corais coloridos por entre milhares de peixes de todas as formas, feitios e cores.







Aqui o stress esta todo submerso, o mar fervilha de actividade, tudo mexe ora ao sabor da corrente ora freneticamente em busca de alimento ou abrigo.









“Opin”, o nosso anfitriao, jovem de 24 anos pai de familia, passa o dia a tocar viola ou a reparar qualquer coisa na sua casa, tudo sem a pressao dos ponteiros do relogio, alias por aqui as horas veem-se pelo sol. Numa das manhas enquanto conversavamos decidiu ir dar uma mao a uns amigos que pescavam a poucos metros da praia, voltou com meia duzia de peixes graudos que logo ali tratou de grelhar. Partilhamos a refeicao a maneira local, com a mao.



O peixe ainda salta e compoe com um molho apicantado um manjar delicioso capaz de provocar o sono mais profundo com que se pode preencher uma tarde de uma ilha onde tudo se desenrola com natural serenidade.



E assim se passaram 7 dias nesta ilha paradisiaca, nos, os peixes, a praia e a companhia simpatica de Opin e Kai.

P.S.: As minhas (Tita) dores de barriga tambem foram de ferias, apesar do chili e do gelo nos "pinapple juices".

Sexta-feira, Setembro 15, 2006

Voluntariamente naufragos em ilha paradisiaca

Durante a ultima semana fomos sequestrados pelos prazeres indulgentes do sol, aguas turquesa e comidinha da boa. Como uma ilha paradisiaca que se preze nao tem banda larga ficam aqui apenas algumas palavras para saberem que estamos bem, mesmo muito bem!!!!! As fotos seguem mais tarde quando nos tivermos que ausentar deste pedaco de terra maravilhoso.

Sexta-feira, Setembro 08, 2006

Village People













Vaca assada em vulcao (4 a 6 pessoas).

Chegamos a Probobolingo apos uma viagem descansada ate Surabaya em classe `bisnis` e uma um tanto ou quanto mais atribulada de Surabaya para Probolingo em classe `economic`.



Tal como no Sri-Lanka quando se tratam de combios desta ultima classe, e tudo ao monte, fe nos deuses todos e o mais rapido vai sentado. Mitramos uns lugares na carruagem restaurante juntamente com um casal de Alemaes que conhecemos na estacao enquanto esperavamos a maquina a vapor. Ja a noite caia quando rumamos a Ngasidi, uma aldeola na base do vulcao Bromo.

O Bromo manifesta alguma actividade expelindo fumacas sulforosas que `perfumam` o ar quando o vento esta de feicao.

Instalamo-nos num hotel agradavel. Jantamos com os alemaes ao som de uma banda Reggae com uns 20 elementos de olhos em bico. A cantoria balancava rastamente com algumas vocalizacoes a descair para o esganicado. Mas os artistas eram uns bons artistas e bastante esforcados. Nos aplaudimos e pedimos mais, tinhamos que fazer o nosso papel afinal eramos a unica audiencia.



Quando ja pensavamos em dar descanso aos ossos martirizados com a longa viagem, apareceram uns tipos em traje de cerimonia que nos convidaram para assistir a uns festejos na aldeia estrada acima. A Primeira lua cheia de Setembro determina o momento para acalmar a furia de Bromo com oferendas e rezas. Assim a noite assistimos ainda a mais um teatro estilo Ramayana entre os autarcas locais (bem mais simpaticos e coloridos que ai os da terrinha).



Na manha seguinte resolvemos ir espreitar a cratera do Bromo mais de perto.
Descemos ao `mar de areia (po)` que antecede a boca do vulcao por entre um po espesso levantado pelas motas e jipes que trasnportavam dezenas de `local people` para o local da celebracao.





Na base do cone entramos num templo hindu onde se acotovelavam varias pessoas debatendo-se para carregar um andor.



No cimo do andor estava uma vaca inteira!!! Bem quase inteira, tinham-lhe retirado os bifes, era so cabeca, pele e patas mas tudo bem arranjadinho.
Rapidamente percebemos o objectivo da multidao … lancar a vaca para o vulcao.



Seguimos a procissao monte acima, o cheiro a enxofre era forte e atingia-nos com violencia a respiracao.





Felizmente o vento mudou de direcao aligeirando um pouco o impacto nasal e respiratorio o que permitiu acompanhar toda a cerimonia.



O resto do dia extendeu-se preguicosamente , aqui o tempo passa devagar quase o podemos ver a subir a rua e a comprimentar quem por ali anda.



No dia seguinte pela madrugada voltamos a encher os olhos de vulcao, desta vez de um ponto panoramico e com a primeira luz do dia a dourar as encostas de bromo e seus amigos.





Deixamos para traz a ilha de Java e partimos para Bali e Lombok, agora sim vamos trabalhar…para o bronze.

YO YO YOGYA

Uma ultima deambulacao pelas ruas de Jakarta e trocamos o nosso quarto `deluxe` pela classe `bisnis` do comboio que nos levou a Yogyakarta. Uma carruagem de cadeiras desengoncadas onde passamos as oito horas seguintes. OS contornos fumarentos de Jakarta ficam para tras roubando da paisagem o transito caotico, os becos obscuros as suas gentes de sorriso aberto.





A vista alarga-se e os arrozais extendem-se ate a linha do horizonte recortada por coqueiros, bambus e vulcoes a assumar por entre a neblina.



Chegamos a Yogyakarta, em tempos de sultoes a capital da Indonesia. O principl meio de transporte por estas bandas e o riquexo, uma especie de triciclo movido a perna sem chumbo. A velocidade nao e de ponta deixando muito tempo para retratar quem passa.
Perto de Yogya situam-se duas das principais atracoes da ilha de Java, Borobudur e Pambanam, templos budista e hinduista respectivamente. Uma grande erupcao do vulcao Merpati ditou o declinio e posterior abandono destes locais sagrados estando agora apenas povoados por turistas istrangeiros e locais.

Em Borobudur consegue-se adivinhar gravada na pedra, a historia de Sidharta. Imaginamos aqui um local harmonioso e com muito tempo de meditacao.





A ausencia daqueles monges coloridos retira-lhe um pouco do misticismo e magia tendo sido substituida por correrias desenfreadas de vendedores de recuerdos.



Prambanam sofreu graves danos com o terramoto de Maio pelo que foi vedado o acesso aos templos por risco de sermos iluminados por um budha caido.



Durante a visita conhecemos duas jovens aprendizes de guia que se prontificram a explicar as curiosidades do local e tambem das suas vidas de estudantes.
Convidaram-nos para conhecer o resto da turma e em troca convidamo-las para jantar e a assistir a um teatro Ramayana uma vez que entravam de borla se acompanhassem turistas.



A noite com os templos de Prambanam em pano de fundo assistimos ao desenrolar da trama Mitologica tendo como proncipais protagonistas Rama e Shita.
Resumindo tudo a uma frase, Rama casa com Shita, Rawana tambem quer Shita por isso rapta-a, Rama nao se fica e vai atras dos dois, com a ajuda de macacos e intervencoes divinas consegue salvar Shita apesar de ainda a ter obrigado a imolar-se para provar a sua pureza…vivem felizes para sempre.



Nos gostamos e a Tita ate subiu ao palco para uma foto estilo emplastro.



Seguimos para Probolingo para escalar um vulcao .... ehhhh ainda activo.

Sábado, Setembro 02, 2006

Ja-ca-ka(n)rtamos

Depois de 14 horas de rabo amassado no aviao desembarcamos em Jakarta com todas as malas e sem grandes aventuras logisticas.
A travessia do guichet da imigracao no entanto introduziu-nos `a cultura da fila indonesia, isto e a cultura dos furafilascommuitalata profissionais. Empurra para ali empurra para aqui, olha como quem nao quer a coisa para um caixote do lixo e la vao todos lancados ate a meta. Mas, e isso torna a coisa mais aceitavel, fazem-no com um sorriso simpatico.








Alojamo-nos num hotel simpatico, bem localizado e no quarto deluxe...o luxe no entanto foi-se perdendo com o passar dos anos.








A malta destas bandas e simpatica, sempre a sorrir e acenar. Tentam sempre ajudar apesar de muitos deles o tentarem no espanhol local.

























A cidade em si nao tem grande coisa para ver, no entanto o Cafe BATAVIA e imperdivel.
Restos de colonialismos em grande classe no meio da ruina e do caos.

Amanha partimos para Yogyakarta, carinhosamente conhecida por yogya.

Segunda-feira, Agosto 07, 2006

Mais uma vez damos o bahasa ....




Aqui desembarcarão as nossas notícias com proveniência do outro lado do mundo e com paragens em todas as estações e apiadeiros digitais.
Serão pontualmente adornadas por pequenos retratos do quotidiano indonéscio.



Um pequeno esclarecimento: Bahasa Indonesia <=> Lingua Indonésia.

Para mais detalhes eis os apontopédias para a Indonésia e Timor